Deus lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante o SENHOR. E eis que passava o SENHOR, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante do SENHOR; porém o SENHOR não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o SENHOR não estava no terremoto;
E depois do terremoto um fogo; porém também o SENHOR não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada.
1 Reis 19:11-12
Chegamos muitas vezes exaustos e afobados diante da presença de Deus.
Lançamos de imediato nossas necessidades e frustações sem estabelecer pausa nenhuma para ouvir uma possível resposta.
Esse tipo de conduta me faz lembrar muito à história que eu li de um executivo aflito que procurou um meditador para se queixar sobre uma frustração que experimentava ao orar.
Sobre sua virtude defeituosa e sobre relacionamentos fracassados.
O Meditador entrou em sua caverna e saiu com uma bacia e um jarro de água. Ao despejar a água na vasilha, a água caiu respingando e agitada.
Por fim começou a se acalmar e ficou
plácida e suave. “É o que acontece quando se vive constantemente no meio dos outros”, disse o meditador .
“Você não se vê como realmente é por causa de toda a confusão e perturbação.
Você não consegue reconhecer a presença divina em sua vida, e a consciência de que é amado lentamente se esvai”.
Leva tempo para a água se acalmar.
Chegar à tranquilidade interior requer
um tempo de espera.
Qualquer tentativa de apressar o processo só faz agitar a água outra vez.
Ter uma tranquilidade interior não é fácil – Mas também não é impossível.
Requer de nós determinação e exercício constante para aplicar nossa atenção a presença de Deus que pode trazer a essência a respeito de nós mesmos.
Hoje ha uma voz tranquila dos céus querendo falar com você!
Beijos em seu coração
Pr João Wojcicki






